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5/14/2006 Estamos em MaioPrimavera em curso, cerejas à vista, já se vêem, já se provam. Mais música dos Neverend e algumas receitas de culinária AQUI, onde espero a vossa visita.
4/14/2006 Páscoa Feliz!Para todos, uma Boa Páscoa, ou um bom fim de semana prolongado, conforme as crenças.
4/8/2006 Miguel Torga, sempre!
Sei um ninho. E o ninho tem um ovo. E o ovo, redondinho, Tem lá dentro um passarinho Novo. Mas escusam de me atentar: Nem o tiro, nem o ensino. Quero ser um bom menino E guardar Este segredo comigo. E ter depois um amigo Que faça o pino A voar... 3/28/2006 25 de Março - Dia Mundial do TeatroAssinalando a data, deixo aqui um poema de Bertolt Brecht, um homem que revolucionou o teatro em mais do que um aspecto.
Perguntas de Um Operário Letrado
Quem construiu Tebas, a das sete portas? ![]() Nos livros vem o nome dos reis, Mas foram os reis que transportaram as pedras? Babilónia, tantas vezes destruida, Quem outras tantas a reconstruiu? Em que casas Da Lima Dourada moravam seus obreiros? No dia em que ficou pronta a Muralha da China para onde Foram os seus pedreiros? A grande Roma Está cheia de arcos de triunfo. Quem os ergueu? Sobre quem Triunfaram os Césares? A tão cantada Bizâncio Só tinha palácios Para os seus habitantes? Até a legendária Atlântida Na noite em que o mar a engoliu Viu afogados gritar por seus escravos. O jovem Alexandre conquistou as Índias Sozinho? César venceu os gauleses. Nem sequer tinha um cozinheiro ao seu serviço? Quando a sua armada se afundou Filipe de Espanha Chorou. E ninguém mais? Frederico II ganhou a guerra dos sete anos Quem mais a ganhou? Em cada página uma vitória. Quem cozinhava os festins? Em cada década um grande homem. Quem pagava as despesas? Tantas histórias Quantas perguntas (Bertolt Brecht) 3/16/2006 O outro blog... e este.Lá porque tenho o outro blog, não quer dizer que abandone este, a menos que as visitas se tornem demasiado escassas. Mesmo assim, ficará para lembrança e consulta, e seguramente para novos álbuns e músicas.
3/14/2006 O OUTRO BLOG
Abriu o "Título Qualquer Serve", o meu novo blog no blogspot. Resolvi criá-lo devido a certas limitações nos msn spaces, e por insistência e encorajamento da minha amiga Cristina (ex-Riquita), a quem agradeço. 3/9/2006 8 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER Por um lado, lamento que tenha que existir este DIA: pelo lado que torna necessário lembrar a opressão e a desigualdade que atingem tantas mulheres em tantas partes do mundo, mesmo nos países ditos civilizados. Enquanto isso não mudar - e há-de mudar! - o combate é necessário, e a data tem que ser assinalada.Por outro lado, apesar dos pesares, não deixa de ser uma oportunidade especial para, de modo também especial, manifestarmos às nossas companheiras, mães, amigas, colegas, conhecidas e, em geral, a todas as mulheres, o nosso reconhecimento pelo que são, pelo que fazem por nós, pelo amor, pela amizade, por tudo. Uma saudação muito grata a todas, nas palavras de Louis Aragon: La femme est l'avenir de l'homme" ("A mulher é o futuro do homem"). E está tudo dito. 3/2/2006 Easy e o tempo das cerejasIronia fina! Bom, assim vale a pena. Eu cá não sou como o O'Neill: "Talento? Tolentino? Tolos!". Eu aceito e agradeço, sobretudo quando vem de quem vem. Quanto ao tempo das cerejas, bem... se não existiu, andou lá muito perto. Essa capacidade de vermos o mundo e a vida de uma forma (aparentemente?) ingénua, será coisa da tenra idade, sim, mas é esse justamente o tempo das cerejas... Lembro que em Moçambique não havia cerejas, mas havia o tempo delas, que é quase como quem diz, como o Pessoa :"Ó tocadora de harpa, se eu beijasse / teu gesto, sem beijar as tuas mãos!". É talvez nesses ontens que cantam (haha!) que alicerçamos os hojes que ainda podem cantar e os amanhãs se os deuses quiserem. É, talvez, a esse mirífico tempo das cerejas que por vezes vamos buscar energia para querermos estar vivos e actuantes, seja lá o que isso for. Por exemplo, procurar um bom bife. Ando com umas suspeitas que ainda não confirmei, mas desde já prometo que, se o bife for realmente bom, rapidamente te darei notícia. Como nota final, não posso deixar de referir que as cerejas existem, estão quase a chegar, e gosto realmente de as comer :) Le temps des cerisesJá vamos em Março. Quase na Primavera, pois é. E parece que o ano começou ontem... Tem feito frio aqui. Alguma chuva. Desapareceu (mais) uma gata. 2006 não começou nada bem. Veremos o que se segue. Não me tem apetecido postar, mas isso é evidente. E o Iraque? Que se lixe o Iraque, pá, deixa-me acabar a porcaria do post! Pois, em breve estaremos rodeados de flores e riachos cantantes e perfumes e cheiro a princípio de praia... Praia? Tu nem gostas de praia! Gosto de ver. Gosto de olhar o mar. Gosto do fim de tarde, quando o estúpido calor se foi, e sabe bem um aperitivo ou um refresco. Mas então... e Moçambique? Ora, era outra praia, outro calor, outro tempo, outra vida. Como é que não percebes uma coisa tão simples? O tempo em que as opções eram fáceis. O tempo das cerejas, embora não houvesse cerejas em Moçambique. Mas havia o tempo delas, que é bem mais importante. Cuidado! Está-te a dar para o lirismo... romantismo.. . saudosismo... enfim, para a parvoeira! Não te preocupes, eu gosto de parvoeira. Também gosto de um bom bife, e cada vez é mais difícil encontrar um. Já vês que não me faltam problemas. Mas não percamos a esperança: vêm aí os bons gelados. Não que faltem no Inverno, mas... não é a mesma coisa. E depois, as pessoas parecem outras. Ou parece que parecem outras, sei lá... Mas o Iraque? !"#%&#$% o Iraque! Estou farto do Iraque. Porque raio não vais até lá? Eu fico por aqui com o tempo das cerejas e a Nana Mouskouri. Quand nous en serons au temps des cerises Et gai rossignol et merle moqueur Seront tous en fête Les belles auront la folie en tête Et les amoureux du soleil au cœur. Quand nous en serons au temps des cerises Sifflera bien mieux le merle moqueur. Mais il est bien court le temps des cerises Où l'on s'en va deux cueillir en rêvant Des pendants d'oreilles Cerises d'amour aux robes pareilles Tombant sous la feuille en gouttes de sang. Mais il est bien court le temps des cerises Pendants de corail qu'on cueille en rêvant. Quand vous en serez au temps des cerises Si vous avez peur des chagrins d'amour Evitez les belles Moi qui ne crains pas les peines cruelles Je ne vivrai pas sans souffrir un jour. Quand vous en serez au temps des cerises Vous aurez aussi des chagrins d'amour. J'aimerai toujours le temps des cerises C'est de ce temps là que je garde au cœur Une plaie ouverte Et dame Fortune en m'étant offerte Ne saura jamais calmer ma douleur. J'aimerai toujours le temps des cerises Et le souvenir que je garde au cœur. 2/17/2006 LA POESIA ES UN ARMA CARGADA DE FUTURO
Cuando ya nada se espera personalmente exaltante
cuando se miran de frente
Se dicen los poemas
Con la velocidad del instinto,
Poesía para el pobre, poesía necesaria
Porque vivimos a golpes, porque apenas si nos dejan
Maldigo la poesía concebida como un lujo
Hago mías las faltas. Siento en mí a cuantos sufren
Quisiera daros vida, provocar nuevos actos,
Tal es mi poesía: Poesía-herramienta
No es una poesía gota a gota pensada.
Son palabras que todos repetimos sintiendo GABRIEL CELAYA ("Poesía urgente") 2/9/2006 Sonho MeuEnquanto não escrevo alguma coisita, ficamos a ouvir o Sonho Meu, pelo espectacular duo composto por Maria Bethania e Gal Costa. 1/5/2006 PaiNo azul brilhante da noite africana Explicavas-me o silêncio das estrelas, Os relâmpagos, os rios, as marés, Na varanda. O tempo estava quente, As laranjas e os figos mesmo à mão. Sentia-me feliz. Gostava de aprender. Já eu fazia versos... E tu escrevendo a vida Com linhas rectas rigorosas, firmes, E aqueles estranhos esboços de engenheiro De que eu, atento, invejava a magia. Mostravas-me a Matemática, o grande amor, O teu livro de curso, a capa que ainda usei. No Alentejo havia um poço, uma olaria, Pontos de mira intrigantes pelos campos E uma mota marca Hardy que fazia A estrada às curvas do regresso a Lisboa. E subíamos, subíamos ao vento. Tive dezanove a História e o teu abraço. O tempo que se escapa, como olhá-lo Sem cegar? Como dizer que tudo Foi dito e feito por nossa vontade E nada agora resta, e nos cumprimos? Na solidão da caneta sobre o branco Afago-te o cabelo, ouço ao longe o teu canto Fecho os meus olhos de criança e digo: - Pai, estás proibido de morrer. 1/3/2006 Que fazer de 2006?Mais um ano... esperanças, eternas esperanças. As mesmas de sempre, e contudo, sempre a mesma desilusão. Queremos Paz. A paz de cada um não pode existir sem a paz de todos. Será que temos consciência disso? E, se temos, que fazemos? Navegamos no quotidiano, baixamos a cabeça e os braços, porque "não adianta", "não há nada a fazer", "isto não tem solução", e por aí adiante? Chega-nos o voto nas presidenciais ou em quaisquer outras eleições? Do que vejo e ouço, concluo que a injustiça social aumenta cada vez mais. O terrorismo e a criminalidade também. Não são factos desligados, nem coincidências. Há dias, numa reportagem da SIC Notícias, afirmava-se que é mais fácil apontar culpados do que compreender a complexidade do mundo actual. Pois claro! Então e os culpados, onde ficam no meio de tanta complexidade? É preciso compreender, evidentemente, mas é também necessário não esquecer as causas e os causadores. Não caír no fatalismo, que só convém a quem lucra com o statu quo. Em Portugal, neste risonho ano de 2006, os salários vão aumentar menos do que os preços. Continua, assim, a diminuição dos salários reais, ou seja, a perda do poder de compra, que se vem deteriorando de ano para ano. O Governo classificou de "fantasia" uma proposta da CGTP para que o salário mínimo nacional fosse gradualmente aumentado para atingir os 500 Euros em 2010. Que as empresas não aguentariam. Que seria a catástrofe. E então que faz o Governo? Bom, aumenta o imposto sobre os combustíveis, a energia eléctrica, a água, o gás, as portagens, enfim, todos os custos que sufocam as empresas. É impressão minha, ou a coerência não se vê por aqui? É impressão minha, ou a tão alegada produtividade tem a ver com a dignidade de quem trabalha, o que, se calhar, passa por salários que cheguem ao fim do mês...? É impressão minha, ou um estudo recente concluiu que a maior causa da falta de produtividade das empresas portuguesas reside na má gestão? Apesar disso, o Governo não hesitou em afirmar que os 500 Euros não senhor, porque "o que é preciso é aumentar a produtividade". É impressão minha, ou isto é pura demagogia, além de falta de respeito por quem trabalha? Não queria ser alongar-me tanto, por isso deixemos Portugal, e passemos rapidamente pela globalização, cujas consequências serão o que fizermos dela. Podem ser óptimas, mas não me parece que os caminhos actualmente seguidos conduzam a isso. Infelizmente. Make poverty history? Sim, tem mesmo que ser. Que faremos então? Teremos vontade de fazer algo? E, tendo-a, teremos condições para tal? Espero voltar ao assunto, já que a blogosfera é um espaço que deve ser bem aproveitado, e eu já não tenho paciência para aturar este estado de coisas e mais quem o provoca e com ele beneficia. 12/30/2005 FELIZ ANO NOVO!Para todas as amigas e amigos, aqui ficam, em verso, os meus votos para 2006. Que o Ano Novo seja Gota de chuva discreta Papagaio de mil cores Espelho de outros espelhos Que o Ano Novo esteja Onde cada um quiser Mas sempre dentro do lago Onde nadam peixes verdes Que o Ano Novo envelheça Com a paz que lhe for dada E que sejamos os deuses Que a souberem inventar Que o Ano Novo apareça Rodeado de saberes Enfeitado de sabores Eloquente sem pressas Que o Ano Novo mereça Os nós que somos enfim Ansiosos pacientes Á volta do arco-íris Que o Ano Novo esclareça Muita coisa mas não tudo E nele se navegue ao vento E nele se contemple o sol Que o Ano Novo floresça E que subindo-o cresçamos Sem medo do amor sem sombras Sem campaínhas de aviso Que o Ano Novo se agite E nos mostre como somos E vá por dentro de nós Abrindo os novos caminhos Que o Ano Novo resulte Do que soubermos criar Somos nós o Ano Novo Tudo o mais é dispensável Que o Ano Novo assim fale Que surpreenda e desarme Que juntos o encontremos Na esquina de cada dia Que o Ano Novo nos chame E que saibamos ouvi-lo Que não se compre nem venda Que não venha nos anúncios Que o Ano Novo nos traga O abraço que escolhermos Virtual real ou apenas Pura amizade em palavras Que o Ano Novo contenha O que cada um quiser Porque soube lá colocar A ferramenta adequada Que o Ano Novo enriqueça O sal de que somos feitos Os sentimentos tecidos Os pensamentos voláteis Já aí vem o Ano Novo Por aquele monte acima Brindemos então que o povo Encontrou por fim a rima Mário 30-12-05 12/16/2005 Estamos quase no Natal...Há quanto tempo não escrevia um postzinho! É uma vergonha, realmente,
deixar o meu espaço assim ao abandono. Agora que se aproxima o Natal, e
logo a seguir o ano de 2006, não resisto a lembrar um poema de António
Gedeão, que aqui fica sem mais comentários... Dia de Natal Hoje é dia de era bom. É dia de passar a mão pelo rosto das crianças, de falar e de ouvir com mavioso tom, de abraçar toda a gente e de oferecer lembranças.
É dia de pensar nos outros— coitadinhos— nos que padecem, de lhes darmos coragem para poderem continuar a aceitar a sua miséria, de perdoar aos nossos inimigos, mesmo aos que não merecem, de meditar sobre a nossa existência, tão efémera e tão séria.
Comove tanta fraternidade universal. É só abrir o rádio e logo um coro de anjos, como se de anjos fosse, numa toada doce, de violas e banjos, Entoa gravemente um hino ao Criador. E mal se extinguem os clamores plangentes, a voz do locutor anuncia o melhor dos detergentes.
De novo a melopeia inunda a Terra e o Céu e as vozes crescem num fervor patético. (Vossa Excelência verificou a hora exacta em que o Menino Jesus nasceu? Não seja estúpido! Compre imediatamente um relógio de pulso antimagnético.)
Torna-se difícil caminhar nas preciosas ruas. Toda a gente se acotovela, se multiplica em gestos, esfuziante. Todos participam nas alegrias dos outros como se fossem suas e fazem adeuses enluvados aos bons amigos que passam mais distante.
Nas lojas, na luxúria das montras e dos escaparates, com subtis requintes de bom gosto e de engenhosa dinâmica, cintilam, sob o intenso fluxo de milhares de quilovates, as belas coisas inúteis de plástico, de metal, de vidro e de cerâmica.
Os olhos acorrem, num alvoroço liquefeito, ao chamamento voluptuoso dos brilhos e das cores. É como se tudo aquilo nos dissesse directamente respeito, como se o Céu olhasse para nós e nos cobrisse de bênçãos e favores.
A Oratória de Bach embruxa a atmosfera do arruamento. Adivinha-se uma roupagem diáfana a desembrulhar-se no ar. E a gente, mesmo sem querer, entra no estabelecimento e compra— louvado seja o Senhor!— o que nunca tinha pensado comprado.
Mas a maior felicidade é a da gente pequena. Naquela véspera santa a sua comoção é tanta, tanta, tanta, que nem dorme serena.
Cada menino abre um olhinho na noite incerta para ver se a aurora já está desperta. De manhãzinha, salta da cama, corre à cozinha mesmo em pijama.
Ah!!!!!!!!!!
Na branda macieza da matutina luz aguarda-o a surpresa do Menino Jesus.
Jesus o doce Jesus, o mesmo que nasceu na manjedoura, veio pôr no sapatinho do Pedrinho uma metralhadora.
Que alegria reinou naquela casa em todo o santo dia! O Pedrinho, estrategicamente escondido atrás das portas, fuzilava tudo com devastadoras rajadas e obrigava as criadas a caírem no chão como se fossem mortas: Tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá-tá.
Já está! E fazia-as erguer para de novo matá-las. E até mesmo a mamã e o sisudo papá fingiam que caíam crivados de balas.
Dia de Confraternização Universal, Dia de Amor, de Paz, de Felicidade, de Sonhos e Venturas. É dia de Natal. Paz na Terra aos Homens de Boa Vontade. Glória a Deus nas Alturas. 11/26/2005 Um conto do gin-tonic"Contos do Gin-Tonic" e "Novos Contos do Gin", de Mário-Henrique Leiria, escritor e pintor, são dois livros deliciosos. Quase no início deste blog, deixei aqui o "Carreirismo", um dos textos curtos e mordazes em que o autor é tão hábil e profícuo (ena!).
Agora cabe a vez ao "Noivado". Também há um "Casamento", mas fica para outras núpcias :)
Um bom fim-de-semana para todos, e fiquem-se com esta historinha recheada de moral.
NOIVADO
Estendeu os braços carinhosamente e avançou, de mãos abertas e cheias de ternura.
- És tu Ernesto, meu amor? Não era. Era o Bernardo. Isso não os impediu de terem muitos meninos e não serem felizes. É o que faz a miopia.» (Mário-Henrique Leiria, "Contos do Gin-Tonic) 11/18/2005 As borboletas da LolaJá estavam aqui seleccionadas e à espera de vez. Agora, sem mais demoras, eis a escolha de borboletas da Lola, para os apreciadores :) 11/11/2005 E porque não Camões?Não sei porquê, mas sempre gostei muito deste soneto. E vocês? Sete anos de pastor Jacó servia Sete anos de pastor Jacó servia Os dias na esperança de um só dia Vendo o triste pastor que com enganos Começou a servir outros sete anos, Luis de Camões
11/7/2005 Vamos lá a ver se recomeço a sério...Tenho que refazer a lista de músicas, arranjar outras, que estas já duram e duram... Vou tratar disso por estes dias. Entretanto, retiro-as. Continuo a recuperar, é certo que lentamente, mas está tudo bem.
Vou dar uma volta pelos vossos blogs e fazer alguns comentários :) |
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